segunda-feira, 5 de maio de 2008

Algumas virtudes de Adolf


Ante de começar a escrever, gostaria que quem a este texto se prestasse a ler, que o faça até o final e não pare somente na imagem, que tente separar a versão deste texto com a versão de suas cabeças sobre um personagem.

Muitos a mim perguntam o motivo de admiração que por este ícone tenho. Não admiração por seu caráter e muito menos pelos atos genocidas que cometera. Admiração sim por sua competência em comandar, por sua ambição, além do grande poder de persuasão que o fizera conquistar a todos os alemães.

Nascido em Linz, uma pequena cidade austríaca, o jovem Adolf, após perder seus pais muda se para Viena, onde começa toda uma trajetória política de muito sucesso.

Após viver na miséria por alguns anos, a base de venda de quadros e trabalhando em obras, ele se reergue e com idéias até então ditas loucas por muitos, mas inspirado e com apoio de grandes pensadores da época, ele consegue comover toda uma nação, somente com palavras e planos que beiravam a loucura.

Adolf agora era conhecido por Hitler e a Alemanha arruinada da primeira guerra mundial, o conhecia como Fuhrer. Este Fuhrer que os tirara da miséria e os elevara a categoria de uma grande potência mundial, potência esta que dominou grande parte do globo e que por pouco não veio a se tornar a maior nação já vista.

Adolf, não era apenas um grande militar e estrategista, além disto, sabia lidar com as palavras, e assim inflou o ego dos arrasados alemães para elevá-los a um patamar de “superiores” de arianos como o próprio Fuhrer se referia aos alemães. Austríaco ele era, mas na Alemanha devastada dera seu sucesso. São fatos como estes, que fazem com que analise duas vezes, tentando separar o lado genocida, do lado gênio de Adolf.

Conduzir tamanha nação a glória, fazendo os pensar que eram de fato superiores e mesmo comandados por alguém que desta nação não era, teriam o sucesso alcançado, não é para qualquer um.

Já dizia Winston Churchill: “se Adolf Hitler tivesse morrido em 38, seria considerado o maior estadista da história.”.

Seu poder político e de persuasão era algo fantástico e digno de uma analise mais imparcial, tenho em Adolf um grande exemplo histórico e político que um dia talvez siga.

Da total pobreza e humilhação, direto para o topo do mundo, louco tachado ele foi, mas jamais desistiu de seguir seus sonhos, e mais que isso, convenceu a população toda que aqueles sonhos não eram só dele, mas sim de uma Alemanha toda.

Um grande líder foi, e por mais que sua história seja manchada por exterminações em massa, suas habilidades de manipular e de planejar serão sempre lembradas por aqueles que a admiram e procuram cada vez mais se informar.

3 comentários:

  1. quero receber o livro aqui em casa, heinn. aefjoep ;pp

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  2. sem comentários, nao concordo com nada disso. Um grande ditador, não conseguiria a vitória na humilhação e repessão de qualquer povo e até mesmo de sua própria nação. Um real grande genio, tal qual possuísse tamanho poder, teria a utópica ideoligia de libertar o homem, libertar o amor e livrar seu povo da alienação. Uma vitória conquistada com sangue de inocentes e fracos, não é uma vitória real, é a necessidade de poder, a necessidade de mostrar-se mais forte.
    Como disse Chaplin: "A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia, da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá".

    é isso aí

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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