quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Sobre o amigo Adolf.


Boa noite grande Adolf.

Vou lhe confessar grande amigo, estou empolgado, ansioso e feliz. Compartilho da tua felicidade grande amigo. Acho que somos parecidos, ao menos consigo lhe imaginar ao meu lado e tento retratar nossos costumeiros diálogos nestes textos.

A simpatia por hora me pegara, mas a vezes que não seguro meus antigos instintos. Não sei os domar, libero por hora minha raiva, felicidade ou o que seja em forma de cortes, piadas alheias e principalmente sacaneando alguém.

Grande Adolf, não me verá nunca mais lamentando. Já não é de agora que mudei, não vejo mal em falar bem, mas lamentar, isso nunca mais.

Estou ansioso, quem sabe trabalhar. A hipótese que surge não é de má idéia, porém é difícil abandonar a vida de boêmio que tenho.

Compartilho o sorriso fácil e tenho motivos para isto. Enxerguei-me novamente ao espelho. As caretas que fiz me mostram que não esqueci como ser idiota faz bem. Vivo de idiotices e me sinto bem, sou taxado de criança, e tenho tamanho orgulho disto.

Meu tricolor, este sim merece respeito absoluto e muitas linhas em um texto só seu, mas vamos manter assim que está dando sorte.

Como bem lhes falo, consigo escrever sem sentir. Imagino a mágica dos bons momentos e transfiguro para o texto, sem sequer pensar ou saber para quem escrevo. Tenho um sonho de escrever para muitos, ser falado, conhecido e influenciar aos que lêem. Quem sabe isto um dia não vire realidade, enquanto isto, eu vou escrevendo ao meu grande e querido amigo Adolf.

Obrigado por estar ao meu lado, me ajudar e inspirar. Tu és o grande amigo, aquele que escuta sem dar palpites, mas que revela ao mundo o que tenho vergonha de dizer. Digo-lhe novamente obrigado e que nossa amizade perpetue por muito tempo.

Matheus.

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