segunda-feira, 30 de junho de 2008

Sobre Meados de 30 - Isabell - parte III


O anoitecer iluminado pela lua cheia revela os constantes adultérios na cidade mais desenvolvida do estado. Os cabarés costumam ficar lotados e as cafetinas lucram como nunca por estas bandas. O comissário de policia que no decorrer do dia mantém a cidade segura, agora se torna fiel cliente das ditas “mulheres da vida”.

A vida fácil seduz a muitas garotas que não tem mais nada a perder na vida. O dinheiro por vezes pode ser o principal objetivo, mas nem todas o fazem por uma vida melhor. Algumas das mais belas e elegantes que trabalham no “Valentine’s Bar” são de famílias nobres de outros estados e fazem programas por diversão. São estudantes que tem os estudos bancados por seus pais e além do prazer estão atrás de quantias financeiros para manter um alto padrão de vida.

Mariza Gomes estuda na escola metropolitana e a noite é garçonete no Valentine’s Bar. As aulas de dança que tem as tardes no colégio serviram de base para performance de stripper que executa todas as noites. A jovem que recém fizera 17 anos é colega de classe da sempre elegante Isabell de Barros Meirelles. Isa como já fora mencionada é uma garota misteriosa, mas que se revela em companhia de seus amigos. Filha de Ricardo Meirelles e Flávia de Barros Meirelles. A família Meirelles chegou à cidade de Porto Alegre vindos do Rio de Janeiro por motivos de negócios de seu patriarca. Negócios que não são claros até o momento, mas que como a insinuante Isabell são de total forma, misteriosos.

Cabelos longos e escuros, pele bronzeada das praias cariocas e sorriso encantador. O cheiro de alfazema é notado por todos que estão a sua volta e é uma marca da bela jovem sempre bem arrumada. Sapatos de salto alto, vestidos quase sempre floridos e cintos que modelam sua bela cintura são sempre acompanhados de um chapéu típico de jovens viajadas que conhecem a cultura européia.

Personalidade forte e de certa forma arrogante mostra uma garota que tem seus objetivos bem definidos. A feminilidade é notada mesmo quando esta a praticar esportes e ao discutir com seu pai sobre seus direitos. Defensora da maior liberdade às mulheres, a bela Isa costuma ser muito cortejada pelos rapazes que ficam enlouquecidos com seu jeito elegante de seduzir.

As amizades que tem parecem ser todas falsas. Apesar de ter uma dita boa vida, a jovem demonstra tamanha depressão e acaba apelando ao álcool e as drogas para se satisfazer, como muitos dos jovens da época fazem. O destempero, o fechar dos olhos de seus pais parecem incomodar a jovem que faz de tudo para chamar a atenção, mesmo que sem sucesso.

Explicações de Isabell, Parte III


(continua...)

Matheus.

domingo, 29 de junho de 2008

Sobre a verdade.


Já não sou o mesmo garotinho de tempos atrás. Cresci e tomo decisões próprias hoje. Tenho pouca idade, mas sei exatamente que quero ser importante em um futuro próximo.

Não me calo, exponho meus ideais a quem quiser ver. Gosto de debater sobre o que entendo, e prefiro observar os que são sábios sobre assuntos que não tenho total intimidade. A leitura nem sempre foi um hábito, mas hoje posso dizer que costumo ler bastante, claro que sobre o que me interessa.

Tenho bastante facilidade em mostrar o que penso, seja isso bom ou ruim. Gosto de ter um olhar quase fechado e parecer irônico, de ter a coragem de mostrar que nem sempre me interesso pelo que estão a me falar.

Almejo uma carreira brilhante, porém curta. Não quero perder minha vida trabalhando para depois não conseguir a aproveitar como deveria.

Não sonho em constituir uma família com mulher e filhos, sonho sim adotar uma criança depois de estar estabelecido financeiramente e poder lhe dar estrutura para ser quem sabe melhor do que eu. Um companheiro estaria criando, um laço entre pai e filho que tenho com meu pai, é o que quero ter com este que adotarei.

A boa educação dada por mamãe e papai na maioria das vezes não se manifesta em mim. Gosto de falar verdades em ditas brincadeiras. Acabam por rir e nem se dão conta de que toda brincadeira tem um fundo de verdade. Sempre acaba por funcionar, visto que aquilo fica em sua cabeça, lhe deixando uma pulga atrás da orelha, se foi brincadeira ou não. Curioso eu sempre fui e realmente não sei o que isso significa na minha personalidade.

Já tive a oportunidade de quem sabe morar sozinho, mas não me agradou o fato de ficar longe da família que gosto tanto. São bons momentos que devo aproveitar enquanto posso. Posso dizer que somos uma família bem unida e que por vezes, tanto eu como meu irmão preferimos sair com nossos pais a sair para alguma dita festa.

Aprendo muito com meu pai e sei que ele sente orgulho de ver o que me ensinou sendo usado. Discordamos em muitos pontos, porém somos extremamente parecidos na forma de nos relacionar com as pessoas.

Papai não sabe, mas o seu filho mais velho além de ter herdado sua desenvoltura para se relacionar, adicionou a dita cara de pau e a grosseria em exacerbação.

Não consigo mais escrever coisas bonitas, não que um dia as escrevi, mas agora mais sinto vergonha de mim mesmo e uma sensação do ridículo me toma em pensar que um dia até pareci uma moça escrevendo.

Se a trova não é algo que tenho de bom, uso as coisas bonitas que um dia pensei para mostrar as garotinhas que também sei ser sentimental. Não que com elas eu vá ser, mas é sempre bom usar destes artifícios para enganá-las.

Apesar desta fase dita amorosa, sempre fui mais desenvolto com garotas, quando usava da grosseria padrão, e mostrava-me desinteressado. – “Cafajestes é o que elas gostam”-já dizia papai.

Se existe algo que sei fazer bem é justamente não ser legal e puxa saco. E esta qualidade é uma marca de uma personalidade que não pretendo mudar.

Matheus.

sábado, 28 de junho de 2008

Sobre Meados de 30 - Parte II


O dia começa cedo pelos interiores do estado do Rio Grande do sul. De charrete o leite e as verduras plantadas são levados até a capital para o abastecimento do grande centro. O sol sequer raiou e puxado por seus bois, Mary vai a direção da desenvolvida Porto Alegre. Branca feito leite, com as canelas finas e os pés sujos de uva a dita interiorana é chamada de colona pelas bandas da cidade que ela ajuda a manter com seus suprimentos.

A vida continua sendo dura com Julita, que acaba por vagar a cidade em busca de alimentos e abrigo. A bela garota que tinha em seu sorriso a principal característica agora vê constantemente a expressão de dor e angustia por seu futuro incerto. A sujeira das ruas repercute no trajar de Julita que maltrapilha sequer consegue trocados na esquina.

A prostituição apesar de ser uma boa saída, não seduziu a pobre garota que acredita poder mudar seu rumo e desafiar as leis da desigualdade social.

Debaixo da marquise da Fruteira Gonçalves era o abrigo ideal, protegida da chuva e ainda conseguia as sobras da tenda que costumeiramente iriam fora. O destino apronta das suas e acaba por botar frente a frente a jovem interiorana a fim de prosperar sua família, com a jovem e já bastante vivida garota deserdada da cidade.

A vida segue pela provinciana capital dos gaúchos e na parte nobre da cidade, Isa mostra todo seu glamour nos bailes de final do ano, porém nos bastidores revela toda sua farsa de boa moça ao drogar-se e abusar do álcool quando esta em companhia de seus ditos amigos. As orgias que comete são disfarçadas com boas quantias financeiras que dá aos que descobrem suas peripécias e seu falso moralismo.

Em contra ponto as falsas amizades e subornos, surge a amizade verdadeira entre duas pessoas de culturas tão diferentes, mas que buscam o mesmo sonho. Melhorar de vida e dar uma resposta à sociedade que as destrata e que preconceituosamente as faz sentir excluídas.

O contraste das cores era algo curioso, a branquinha do interior andando na companhia da já imunda moradora de rua.

(continua..)

Matheus.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Sobre bons pensamentos.



Bons presságios me vêm à cabeça. Sinto que em breve muitas coisas mudarão, a verdade é que já as sinto mudando dentro de mim. Se já não pratico o bom humor de tempos atrás, ao menos o substitui pela seriedade de quem se preocupa com um destino tão próximo e quer fazer dele proveitoso em vários sentidos.

Tenho sonhos que quero realizar e não vejo momento mais propício a isto. Experiências novas são sempre boas, ainda mais se forem no exterior.

Passam-me pela cabeça idéias de como seria escrever sobre o céu, visto que sempre escrevi sobre meu dito inferno astral.

Aproveitarei estas ditas férias para estudar mais sobre o que sempre quis ser. Hitler é uma boa fonte para saber sobre como manipular. Sempre vi com bons olhos a política e é uma carreira que pretendo adentrar, quem sabe agora prestando mais atenção, ou mais tarde com mais base para argumentos.

Terno e gravata em perfeita harmonia, é como me imagino no futuro, sempre sonhei em trabalhar de forma séria, além de muito bem vestido. Ando em meu Jaguar com bancos de couro da cor clara. Não sei qual ramo seguirei ainda, mas é de fato que todo o dinheiro que ganhar servirá para compensar meus sonhos, sejam eles caros ou não.

Enquanto este momento não chega, me concentro no futuro mais próximo. Planejo viagens para fora do país, morar 1 ano no velho continente seria uma experiência espetacular.

Desligo-me aos poucos de tudo que um dia me fez sentir-me mal, sei de minha real capacidade e estou em ótima fase. Confiança em alta é uma boa chance para tentar realizar seus sonhos.

Acabo por fechar um ciclo de amigos, uma união que cada vez fica mais forte mesmo alguns se distanciando. Conversas com o patriarca da família são cada vez mais constantes e sinto que temos confiança mutua um no outro.

Já não me sinto mais tão criança, apesar de querer ser uma, pois consigo ver todo amadurecimento que tive desde a vinda para este estado. Chamam-me de praga e gosto disto, mas já não faço mais tantas brincadeiras. Os momentos oportunos sempre aparecem e são neles que devem ser feitas às ditas brincadeiras e as sacanagens. Consigo enxergar bem isto e pode ser que melhore meu comportamento, quem sabe faça mais amigos e perca a estigma de anti-social, mas pode até ser melhor para quem tem de ter contatos no meio que terá de trabalhar.

Mudo meus gostos musicais a cada segundo, enjôo de comidas e doces em um piscar de olhos, sou contra tudo que esta na moda e odeio quem não tem opinião formada, ou quem tenta defender algo sem saber e tem de apelar para o baixo calão.

Sou realmente feio, tanto na aparência quanto em sentimentos. Amei uma pessoa e não fui correspondido, tomarei isto como rancor e será proposital. Estou pela boa vida, vida de vagabundo e sei que será uma boa escolha, visto que agora farei o que sempre fiz. Mentir por uma boa causa é legal, afinal eu nunca me importei com o que sentiam quando mentia na cara dura, por qual motivo me importaria agora?

Gosto de mentir e interpreto a mentira dentro de minha cabeça, me vejo na situação descrita e assim posso mentir com plenitude.

Matheus é um nome de criança que apronta e talvez possa ser de um político corrupto que mente em pró de suas safadezas, afinal Matheus que apronta na infância também pode aprontar depois da juventude.

Lábia, papo e outros adjetivos são o que tenho de aprimorar, ou quem sabe apenas adaptar tal como as trovas que faço.

Matheus.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Sobre ser do contra.


Quebrei uma seqüência, não que isto me deixe mal. Apenas desafiava minha dita criatividade, visto que o objetivo era escrever coisas diferentes a cada noite. Não gosto de pensar que escrevo para as paredes, tenho de publicar os meus escritos mesmo que rascunhos de sentimentos. Não tomarei o tempo dos poucos leitores que tenho, e muito menos ocuparei meu resto de madrugada a escrever sobre o que todos sabem e que até o cachorro da vizinha já me vira lamentar.

Da minha janela enxergo o azul do mar e o por do sol mais que belo entre os prédios que poluem a paisagem. Moro em um lugar que tem um clima quente, o calor predomina por estas bandas. Morros, praias e vistas magníficas são ditos como cartões postais da dita cidade maravilhosa.

Não freqüento a praia e muito menos faço trilhas ecológicas. Desconheço o cristo redentor, o pão de açúcar e jamais fui à praia de Copacabana. Podem pensar que não vou por falta de tempo, por tê-los todos os dias ali à disposição, mas a verdade é que nada disto me agrada. Coisas superestimadas me causam revolta. Sou dito do contra, e digo que esta afirmação é por vezes verdade. Pessoas influenciáveis que acabam por mudar de opinião a cada instante me enojam e me fazem ver o quão fácil é apenas seguir os outros, desistir de seus sonhos apenas pelo fato de eles não serem aceitos pelo dito senso comum. Eu não costumava dar muito valor as coisas pequenas que via em minha cidade natal, até chegar ao centro do país e ver o quão exaltam coisas banais que sequer chegam aos pés das belezas que temos pelo interior a dentro.

Basta alguém levantar a bandeira de que vivemos em um país ridículo para que todos que não tem opinião formada se abracem à causa. Acabam por sair falando blasfêmias, palestrando besteiras e achando que estão certos.

Amo meu estado até mais que minha dita pátria amada, mas chega a me revoltar o fato de ver pessoas falando mal deste país que vivemos e que pertencemos. Patriota não é o que sou, mas reconheço que o Brasil é sim um ótimo lugar para se viver desde que se tenham condições para isto, visto que no verbo viver eu não falo em passar fome e tentar sobreviver. Somos sim um povo de muita disposição e deveriam exaltar isto ao invés de ficar se queixando de barriga cheia, já que a maioria dos que palestra é pelo fato de conhecer outras culturas, e sequer passou dificuldades aqui. Estes não têm meu respeito, pois tem pais que provavelmente enriqueceram nesta dita economia morta que tantos falam e agora querem vir a falar mal deste que lhe dera fortuna?

Sou sim do contra e não consigo ver a dita moda pegando muitos dos que conheço. Pessoas com um pouco mais de inteligência são capazes de dominar o mundo. É uma frase que instauro agora e que no futuro poderei saber se é verdade. Espero que eu seja uma destas inteligentes o suficiente para criar opiniões e as defender a tal ponto de convencer a todos, desde os ditos inteligentes até os influenciáveis.

Hitler é um bom exemplo do que a convicção no que pensa pode ser passada aos que não tem esperança e assim mobilizar as estes que nada tem a perder. Situação a ser estudada, pois apesar de um país maravilhoso temos algumas pessoas que não tem onde se agarrar e seriam facilmente manipuladas.

Texto confuso e cheio de opiniões que se confundem, cheio de contradições.

Matheus.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Sobre um domingo monótono.


Pego-me na mesma constante rotina de sempre. Fico até tarde acordado, ora escutando musicas e tentando escrever, ora vendo filmes e seriados.

Posso dizer que gosto de séries, mas me espanto como são conduzidas e da forma como tentam nos enganar. Acompanho por gostar da simplicidade como os problemas são resolvidos, sejam eles sociais ou amorosos.

Sinto-me completamente idiota a cada episódio que vejo, talvez pelo fato de gostar tanto de ver tamanha besteira e enganação, ou pelo fato de me sentir fracassado por não resolver tudo tão facilmente.

Acabo por voltar no passado, faço um “flashback” e tudo acaba por voltar à tona.

Por hora te imagino distante, diferente das outras vezes. Não nego que queria estar perto, mas tua imagem que antes me causara sofrimento hoje não passa de algo comum.

Acho que me acostumei, a saber, de ti e não me pronunciar, querer falar de ti e me calar. Revelo-me somente por estes escritos quase que secretos, visto que poucos os lêem.

É tão surpreendente estar apaixonado que sequer levo em conta o fato de não ser correspondido. Sei que hoje posso falar a todos que me conhecem, que o Matheus irônico e cheio de si, um dia foi capaz de criar, não coisas ruins e coisas para os outros tripudiar, mas poesias e textos que refletiam seus sentimentos.

Não é fácil reconhecer a minha fragilidade perante o que sinto por ela. Que toda minha amargura fora embora e que não consigo ser mais tão antipático como um dia já fui.

São sonhos e filosofias que sempre acreditei indo embora em um piscar de olhos. Pode ser uma reviravolta do monótono domingo, mas reconheço que mesmo fazendo quase 4 meses do rompimento eu sinto a falta de ver filmes contigo e te mandar mensagens bobas às 7 da manhã.

Fico remoendo-me ao ler os registros de conversas e ver que um dia fui tão melódico e que não me arrependo disto. Ao ver tuas confissões de que apesar de chato era o namorado perfeito. Lembranças, bons momentos não se esquecem, talvez não possam ser revividos, mas ficam para sempre na memória e mais que isso, acabaram por dividir em dois ciclos a minha vida. No coração ficaram os poucos e bons abraços e apertares de mãos. Na vida ficou o ensinamento de que nada se começa sem um real fim ao que nos prende.

Matheus.

domingo, 22 de junho de 2008

Sobe as qualidades.


Não tenho sono. Me pego a pensar em algo útil a se fazer, quem sabe uma idéia inovadora para se ganhar dinheiro. Até que seria uma boa, já que passo os dias na pasmaceira da rotina cotidiana.

Converso com os amigos mais velhos, amigos de papai e vejo que depositam confiança em mim. Quem sabe eles enxergam algo de um futuro gênio, imagem que tento passar a tanto tempo.

Reconheço que me adapto facilmente aos meios que vivo e sempre consigo tirar uma casquinha pelas diferenças culturais dos estados do Rio Grande e do Rio de Janeiro.

O arranhar do “R” não me tomou ainda e sei que jamais me tomará assim como o chiado padrão de todo carioca da gema não se faz presente em mim. Carrego comigo a tonalidade no falar típica do gaúcho e seria intolerância a minha não reconhecer que algumas gírias cariocas eu já peguei.

A lábia começa a ser um diferencial, tudo que melhore suas qualidades e lhe de mais chances acabam por virar diferenciais. Nas bandas do RS chego a falar chiado e puxar o dito “R” para dizer que moro na Barra da Tijuca e assim causar certa impressão, no RJ puxo meu sotaque e uso gírias interioranas que sequer conheço a fim de mostrar que não sou daqui, que estou só de passagem como no carnaval o fiz.

Os piercings que em mim não são visíveis, somente após os mostrar são outro atrativo que acaba por me ajudar, se é que isso é possível.

Cabelos semi-longos e quebrados, são agora uma realidade que pode durar pouco, visto que sempre raspo minha cabeça ao decorrer do ano, já é quase uma tradição.

Posso não ser o supra-sumo da beleza, mas minha arrogância me faz somente olhar para as belas e até a crer que a elas vou conquistar.

Sou arrogante ao extremo e jamais reconheço meus erros. Sempre estou certo e para provar isso, ou desqualificar os que me contestam sou capaz de os seus podres revelar e até fazer piada com estes.

Consigo muito bem achar defeitos nas pessoas e gosto disso, posso dizer que me prendo a isto e acabo por pega-los e os divulgar em publico sem medo algum de meus defeitos sejam revelados. Visto que meu maior defeito é justamente ser analítico demais para perceber as fraquezas dos outros e assim as usar.



Matheus.