terça-feira, 3 de março de 2009

Sobre nada mais que a pura verdade.


Olá. Ainda não pratico toda essa simpatia que lhe demonstro aqui. Acho que já faz tempo que não conversamos de uma forma direta grande Adolf.

Veio lhe contar que não mudei como tu provavelmente esperavas. O inconstante Matheus agora se conhece.

Asseguro a ti que hoje sei quem sou. Sei que já lhe falei isso por repetidas vezes, mas o real enfim encontra o literal.

Dentro de minha cabeça milhões de coisas se passam. Confundo-me a cada instante, sou controverso ao tentar explicar o que sou, ou o que sinto.

Meus atos condizem totalmente com o que penso e faço tudo de caso pensado. Meu instinto não costuma falhar e mesmo que falhe, eu não dou meu braço a torcer. Sou convicto, isto tenho de admitir, porém às vezes estas convicções me fazem perder algumas amizades, não que eu as queira também.

Reconheço minha intensa falta de educação e com louvor digo que não me mudaria. Não sou o repugnante que muitos falam, nada mal ter esta estirpe.

Tenho poucos e bons amigos, pessoas das quais confio. Mantenho aqueles que não me apetecem, que me causam indiferença, por perto, podem ser úteis.

Acho que já falei demais de mim, esta não era a real intenção deste que vos escrevo. Sinto-me incrivelmente bem.

Queria por hora agradecer a alguém que me surpreendeu muito e continua me surpreendendo. Tenho imenso prazer em relatar o gosto e o sentimento de amizade por esta pessoa. A forma como conversamos, mesmo que por raras vezes parece ser sincera e isso me agrada.

Do auge dos meus 19, quase 20 anos, sinto que ganhei uma amiga, ou quem sabe uma irmã mais nova. Meu devaneio para por aqui.

Boa noite insubstituível Adolf!


Matheus.

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