quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Sobre não ser, ou quem sabe voltar.


Enquanto pratico o enrolar de meus cabelos penso sobre músicas, as escuto e tento-as interpretar.

Pode ser engraçado, ou não. Mas é o que faço agora, e pego a me pensar sobre o quão os sentimentos, amorosos na maioria das vezes, influenciam nas músicas.

A maioria retrata a solidão, não sou emo e muito menos estou escutando Fresno, amores perdidos, desilusões e afins. Por mais que pensem que entrarei em um assunto já conhecido, estão enganados. Pois já não sei o que falar.

A angústia que tanto retratei já virara passado e consigo levou a minha amiga decepção.

Estou curado, foi o que pensei de imediato. Estou sim, mas consegui achar o sorriso antigo, não o teu, mas sim o meu. Reencontrei aquele que havia esquecido quando fostes embora.

É sincero e cheio de si, não estou me gabando até por não ter motivos, que chega a ser engraçado ver as fotos das quais ele aparece e demonstra que me sinto bem.

Que recuperação, foram preciso alguns meses para voltar, mas acho que finalmente estou em sã consciência, ou seria na insanidade tradicional?

Que seja, preciso voltar a galantear, até que não perdi tanto a lábia, isso se algum dia eu a tive.

Sou sincero, é verdade, conto as histórias e faço as mais engraçadas do que realmente foram. Aumento a entonação de voz e faço caretas, tudo a fim de aumentar o espetáculo da melhor coisa que sei fazer.

Espero que isso me ajude em alguma boa conquista.

É Adolf, parece que acabei com o conflito interno, ou será que apenas substitui a quem gostar?

Será que gosto de alguém?

Acho que não, mas quem sabe fingir uma paixão. As vezes até vira realidade.

Matheus.

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