segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Sobre um passeio carioca.


Passado alguns longos meses, eu voltei a praia. Ó que surpresa.

Não gosto do sol excessivo e muito menos da areia que gruda em meus pés. Aprecio o verde do mar, as ondas parecem revoltas e a água gelada é um bom apetrecho para espantar o calor.

Com os óculos protegendo meus olhos, consigo ficar ao sol, pegar uma cor é fundamental para quem mora no litoral. O único mergulho que dei fora bom e não demorei a secar no sol, tamanho era o escaldante calor que fazia.

Não sei se conhecestes a praia Adolf, digo que é boa, mas não faço quase uso desta que tenho tão perto de casa.

Arrisco a dizer que preferi ficar na sauna, piscina e jacuzi do clube que freqüentamos a beira da praia.

Começo a ver novas perspectivas, e gostei de ficar um tempo sem grandes coisas para escrever. Sinto a inspiração para com meu conto voltando. Tento enxergar, desta vez, a história por um ponto diferente, até para dar uma nova visão do que tento passar.

Acho que voltarei a esta tal de praia pela semana. Se a areia não me apetece, ao menos o mar e o mergulho me causam paz e vontade de retratar como fico de ver as coisas simples da vida.

O passeio que começa com a vagarosa balsa é bonito, porém cansativo. Dormi como não dormia a tempos nesta tarde ensolarada.

É grande Adolf, te levarei a próxima vez para que tu possas apreciar a bela orla carioca. Quem sabe não anoto, ou até escrevo lá mesmo, para não perder a inspiração do refrescante e belo mar verde.

Matheus.

Um comentário:

  1. Grande Adolfão!

    Aposto que se conhecesse as maravilhas do Rio desistia do nazismo rapidinho...

    Afinal, uma praia é superior a fins políticos.

    Agora, será que ele rasparia o bigodinho?

    Você ainda vai publicar um livro: "Com carinho para Adolf...".

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