terça-feira, 12 de agosto de 2008

Sobre sorrir novamente.


O show dos esportes está em evidência, porém, fora a natação nenhum deles me apetece até tal momento. Enquanto o Brasil entra em quadra, tatame ou areias, eu inicio minha maratona de filmes.

Comecei bem, o filme escolhido foi o longa já visto e revisto sobre o herói aracnídeo.

É verdade que já vi por mais de uma vez tal trilogia, mas queria entender melhor como funciona a vida de um herói.

Voltei no tempo hoje, escuto algumas músicas bem antigas, e revejo filmes que já são velhos, na proporção de hoje é claro.

Passo os dias na pasmaceira da rotina, jamais imaginei sentir falta das odiadas aulas. Estou totalmente curado do mal que me afligiu. Cansei da choradeira desenfreada, que por diversas vezes expressei no meu querido amigo Adolf.

Procuro qualidades, já descobri meus defeitos e sei os utilizar. O sorriso que demorara a sair, hoje vem fácil e se torna característico nas horas engraçadas que proporciono a mim mesmo.

Conto piadas internas, rio das situações que crio e até já tenho fama de sincero. O que mais eu queria ter?

Realmente voltei a ser quem era, deve ser o melhor de mim a flor da pele. Nem o bocejar revoltante me causa angustia. Conto causos e os faço parecer belas histórias, com inicio, meio e fim.

Fim este que ponho ao meu antigo sentimento. Não sinto, não quero sentir e também tenho raiva de quem sente. Até a piada infame e de certa forma infantil revela como estou.

Digamos oi Adolf, mas não me leve a mal se pregar uma peça.

Matheus.

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