quinta-feira, 17 de julho de 2008

Sobre a amizade que sequer existe.


Lá vamos nós mais uma vez. É madrugada e tenho delírios de conversas imaginárias. Penso como se eu fosse tu grande amigo. É posso dizer que te qualifiquei como grande amigo, devido aos últimos acontecimentos. Queria eu ter vivido na tua época, quem sabe adquirir ensinamentos contigo.

Querido Adolf, é acho que não tem mais essa frescura de achar que isso é putice, mas que seja, estou pensando e não sou único neste pensamento, que comecei a enlouquecer.

Não acho normal controlar o que sinto e até desprezar os sentimentos, como tenho feito ultimamente, seguindo teus conselhos grande mestre.

Eu falo com um amigo, um mestre imaginário e gosto disso. Troco os meus valores pelo simples fato de enjoar deles. Sou realmente diferente e contra tudo que se prega a sociedade. Defendo teus atos, como uma virtude tua, de defender até o final sua dita razão para isto.

Odeio todo tipo de coisa que se faz de forma exacerbada, e por hora já pequei em meus ideais. Não tenho crenças, a não ser as que eu propago. Faço questão de tentar desmistificar o assunto religião e afins. Isto é assunto para outro dia.

Meus ideais são diferentes dos teus, mas sigo sua linha de raciocínio, quanto a persuasão e seguir seus sonhos, por mais que sejam levianos.

É camarada, posso me referir a ti assim não é? – acho que ganhastes um pupilo, não, sou somente um fã que pensa falar com seu mártir.

Loucura que pondera sobre todos que se arriscam ser normais em um mundo que não tem normalidade alguma

Matheus.

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