terça-feira, 29 de julho de 2008

Sobre uma visão diferente.


Quase perdi o velho costume. Aproveito meu ultimo dia de férias com maratona de jogos de videogame.

Não me sinto sozinho e muito menos triste. Estou feliz em saber que tenho textos de certa forma reconhecidos.

Comecei escrevendo para ti e venho terminando nestes longos meses, escrevendo sobre mim e sobre minha dita personalidade.

Falei de tudo que gosto e de tudo que senti, me apresentei sobre diversas perspectivas e agora penso em falar sobre temas atuais. Posso estar perdendo o foco inicial, porém não tenho muita criatividade para tentar reescrever sentimentos antigos.

Tenho tudo guardado dentro de mim. As minhas decepções e as boas lembranças, tudo guardado no seu devido lugar. Serão usados no tempo certo e na circunstância correta. Guardo ainda algo de sentimentalismo, algo que me faça sentir humano. Sentimentos que provem que não fui totalmente alheio a paixão e que um dia eu já gostei de alguém.

Por hora tenho que dizer que estou frio e que dificilmente algo me mudará. Sempre soube que não eram as palavras bonitas que reconquistariam o céu que eu perdi, porém elas aliviaram meu sentimento de culpa ao compartilhar contigo amigo Adolf.

Adolf, estamos juntos nessa empreitada e buscamos reconhecimento. Se a paixão não fora totalmente diluída em ódio, que ao menos sirva para me inspirar mais uma vez.

Matheus.

2 comentários:

  1. Não adianta, a gente sempre guarda lembranças e sentimentos, às vezes até os esconde, como se tratássemos de papéis numa gaveta. E eu acho que é bom ter ali a paixão, a decepção... mas e quando a gente não sabe qual é o sentimento? Bom, por não saber o que fazer, acho que largamos no meio de tantas outras folhas e um dia descubriremos do que se trata. Ou não. haha

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  2. A paixão não some não, mula...e pra mim, as vezes, o ódio é uma
    variação dela.

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