domingo, 21 de setembro de 2008

Sobre uma certa atitude.


Velho amigo, eu tenho de lhe dizer que estou com saudades. Sinto saudades de nossas conversas, quase sempre, cotidianas e de nossos inúmeros assuntos, um pouco, repetidos.


Não tenho a mínima criatividade, não hoje. Estou a escutar músicas, estas que são trilha sonora de minha rotina costumeira.


Serei sincero, como da maioria das vezes sempre fui, mas vou lhe dizer grande Adolf, não sou mais o mesmo.


Hoje, quem sabe, pela primeira vez relembrei fatos, bastante marcantes, e não me bateu a saudade desta que já virou lenda.


Acostumei-me a viver as sombras de algo antigo, antiquado e que, desde sempre, fora sinônimo de tristeza.


Acordei, saí de meu profundo e, até então, opcional coma amoroso. As origens voltam a quem tem o dom, quem sabe da sinceridade, quem sabe da falta de bom senso, vai saber.


Volto a gargalhar espontaneamente e também a provocar algumas discussões, ou cutucar a quem merece, ou não, depende do meu humor.


Minhas preferências são claras e meu ciclo de amigos está quase fechado. Não faço questão de abrir novas vagas, não agora, mas também não renego os poucos que simpatizam comigo.


Hoje bebi Adolf, da tua terra veio à estupenda cerveja que tomei.


Sinto-me bem e já conduzo minha vida, minha voz e sua entonação mais que sarcástica.


Problemas mentais eu sinto ter e gostei de escutar alguém confirmar esta, bela, expectativa. Realmente voltei, agora sem reviravolta, ao menos não imediata.





Matheus.

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